1.
À beira do Tormes,
sei: céu cinza, galhos nus.
E os gorjeios vivem.
2.
A velha muralha
sonha com batalhas velhas.
Nascem novas chamas.
3.
Longas finitudes,
os flocos de Candelario
calam-se às montanhas.
E nenhum deus é tão poderoso que nunca se desate em lírio.
Nenhum comentário:
Postar um comentário